Quem não tem cliente?
De alguma forma todos temos clientes. Sejam eles internos ou externos. Cada vez mais é fundamental atender bem seus clientes para alcançar e manter o sucesso pessoal e profissional. Então, abaixo temos cinco dicas para atender bem o cliente e gerar maior confiança nesta relação.
5 DICAS PARA ATENDER BEM O CLIENTE
1. CONHEÇA - O primeiro passo é saber quem é seu cliente. O que ele quer? Quais suas necessidades? Seus desejos? Isso pode ser feito de diversas maneiras. O mais importante é ter uma visão clara sobre o perfil do seu cliente.
2. OUÇA - Ouvir os clientes é básico para quem quer manter uma relação positiva com eles. Porém, ouvir apenas não basta. É preciso mais. É necessário escutar seu cliente. Ou seja, interpretar o que ele diz e o que ele não diz. É ampliar a percepção.
3. INTERAJA - Há clientes que gostam de falar, outros gostam de ver, e ainda há os que gostam de experimentar. Fique atento a estas características e procure agir conforme cada um. Mantenha uma postura de adaptação ao perfil de cada cliente.
4. POSTURA - Procure manter uma postura positiva diante do cliente. Em muitos casos o cliente se encanta não pelo produto ou serviço, mas pela forma como é atendido. Pessoas que demonstram simpatia, cordialidade e disposição estimulam os clientes a comprar mais ou simplesmente retornar o contato. De modo geral, as pessoas gostam de ambientes agradáveis, onde se sintam bem. A postura de quem atende pode favorecer esta sensação.
5. APRIMORE - Para atender bem seus clientes é necessário estar em constante atualização. Leituras, cursos, auto-avaliação e avaliação dos clientes são formas de aprimorar seu atendimento com foco na melhoria contínua. Descobrir o que os concorrentes ou colegas estão fazendo também é uma boa estratégia de desenvolvimento desta relação. Por isso, seja um eterno aprendiz
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Obrigações do poder
O líder fala palavrões. Todos estão autorizados a fazê-lo, pois, ele é o modelo. O líder reclama contra a outra área e faz política de dificultar a vida do pessoal de lá. Logo, todos estarão formando um grupo de oposição forte e decidido que vai infernizar a vida do pessoal da outra área. O líder usa um truque para enrolar o pessoal de cima. Dá uma excelente lição sobre como seu próprio pessoal deverá enrolá-lo. Em síntese, líder é diferente do pessoal – tem autoridade e responsabilidade que dela advém.
O poder traz obrigações:
• Ser um bom exemplo;
• Associar-se incondicionalmente com o bem, tanto da empresa quanto dos funcionários;
• Deixar de lado atitudes negativas em relação ao pessoal de outras áreas;
• Apoiar as iniciativas voltadas para o bem, ainda que venham do pessoal da outra área;
• Por o interesse geral acima do particular;
• Atuar como pára-raios positivo quando um torpedo negativo vem de outra área.
Nem sempre é fácil. Por isso, o poder exige qualificação e traz gratificações financeiras e sociais maiores. É uma questão de compensação.
O poder traz obrigações:
• Ser um bom exemplo;
• Associar-se incondicionalmente com o bem, tanto da empresa quanto dos funcionários;
• Deixar de lado atitudes negativas em relação ao pessoal de outras áreas;
• Apoiar as iniciativas voltadas para o bem, ainda que venham do pessoal da outra área;
• Por o interesse geral acima do particular;
• Atuar como pára-raios positivo quando um torpedo negativo vem de outra área.
Nem sempre é fácil. Por isso, o poder exige qualificação e traz gratificações financeiras e sociais maiores. É uma questão de compensação.
sábado, 2 de outubro de 2010
Mantendo sua rede de contatos ativa.
Conta-se que um famoso político mineiro mudou-se para nova casa e recebeu a visita do novo vizinho que veio apresentar-se: "Doutor José Maria (Alckimin), queria apresentar-me; sou o vizinho". Sem titubear o famoso político respondeu: "Eu sabia. Isso pesou muito na minha escolha da casa!". Eis aí um uso sábio de uma oportunidade de fazer ou dizer coisas boas. Em um dia de trabalho muitas oportunidades apresentam-se para quem está atento e sabe usá-la com maestria. Por exemplo:
• Encontro com um colega que há tempos o profissional não via;
• Localização de um nome conhecido em uma notícia de jornal;
• Uma venda especial que o subordinado fez;
• Algum evento pessoal de relevância (o início de um curso, uma viagem).
Que tal aprender a manter a sintonia com os eventos e usá-los de modo elegante e eficaz como canais de lembrança, de aproximação, de conquista de parceria? Oportunismo é ruim, mas ser ligado aos fatos e aproveitar as oportunidades com ética e estética é bom.
Assim:
• Ao descobrir um restaurante novo e realmente interessante, que tal telefonar para aquele seu colega que ama comer bem e dar-lhe a dica?
• Ao encontrar um livro bom no sebo, que fale de assunto de interesse de um parceiro comercial, que tal comprar o livro e enviar para ele?
• Em passagem pela cidade onde um ex-empregador trabalha, que tal passar para um café e para dar um abraço nele?
*LEMBRE-SE: Nunca se sabe quando precisaremos de um amigo, até precisar-mos!!!
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Ser líder ou ser a estrela?
Os líderes raramente são as estrelas da equipe em termos de desempenho, observa o consultor e autor Tom Peters. Eles são exatamente isso: líderes, isto é, aqueles que criam as condições para a realização de objetivos, por meio dos outros membros da equipe.
O gerente ou supervisor sábio não faz esforços para ofuscar ou minimizar o brilho dos bons funcionários, mas deixa que se manifeste. Mas concentra-se não no trabalho em si, mas no trabalho de estruturar a equipe, incentivar, resolver problemas, criar as condições de base para que o desempenho seja o melhor.
Muitos novos promovidos têm dificuldade em abandonar a prática de fazer o trabalho em si, ou por gostar de fazê-lo ou por acreditar que faz melhor que qualquer um outro. Isso é caminho certo para o fracasso em qualquer posição de liderança dentro de organizações. Crie a base, dê o suporte - e deixe os melhore marcarem os gols.
Quando um líder insiste em ser um "fazedor" acaba competindo com seus funcionários, incentivando comparações conscientes ou inconscientes, mostrando subliminarmente que não confia nos liderados...e por aí adiante.
Não vale a pena.
O gerente ou supervisor sábio não faz esforços para ofuscar ou minimizar o brilho dos bons funcionários, mas deixa que se manifeste. Mas concentra-se não no trabalho em si, mas no trabalho de estruturar a equipe, incentivar, resolver problemas, criar as condições de base para que o desempenho seja o melhor.
Muitos novos promovidos têm dificuldade em abandonar a prática de fazer o trabalho em si, ou por gostar de fazê-lo ou por acreditar que faz melhor que qualquer um outro. Isso é caminho certo para o fracasso em qualquer posição de liderança dentro de organizações. Crie a base, dê o suporte - e deixe os melhore marcarem os gols.
Quando um líder insiste em ser um "fazedor" acaba competindo com seus funcionários, incentivando comparações conscientes ou inconscientes, mostrando subliminarmente que não confia nos liderados...e por aí adiante.
Não vale a pena.
Sinergia entre fatores de sucesso
Freqüentemente, fatores que levam ao sucesso agem juntos, dando um impacto de sinergia a uma carreira. Muitos profissionais perdem terreno porque pensam em fatores isolados e concentram grande força neles, esquecendo-se de que um pouquinho de força nos outros faria grande diferença. Exemplo: uma carreira acadêmica brilhante, com uma aparência descuidada. À medida que se juntam fatores de sucesso (por exemplo, qualidade acadêmica, boa aparência, boas relações) há um fortalecimento de cada fator isolado e do todo. Distrair-se, por outro lado, de um aspecto crítico pode criar problemas sérios.
• Faça uma lista de fatores essenciais para seu sucesso naquilo que está pretendendo realizar.
• Agora aliste os fatores que, não sendo essenciais, são desejáveis para esse sucesso.
• Verifique agora o que você está privilegiando ou negligenciando.
• Por fim, faça um plano para maximizar a realização dos fatores de sucesso.
Lembre-se de que pólvora espalhada não provoca explosão, mas junta...
Junte os ingredientes certos. E boa sorte!!!
• Faça uma lista de fatores essenciais para seu sucesso naquilo que está pretendendo realizar.
• Agora aliste os fatores que, não sendo essenciais, são desejáveis para esse sucesso.
• Verifique agora o que você está privilegiando ou negligenciando.
• Por fim, faça um plano para maximizar a realização dos fatores de sucesso.
Lembre-se de que pólvora espalhada não provoca explosão, mas junta...
Junte os ingredientes certos. E boa sorte!!!
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Liderando para o sucesso
Muitas pessoas imaginam a liderança como sendo apenas um processo de cima para baixo. Isto é, um processo por meio do qual o chefe obtém adesão espontânea verdadeira de seu subordinado. Sim, esse é um trajeto da liderança, mas há outros. É fundamental liderar na horizontal: ninguém leva adiante um projeto se não tiver a adesão de colegas na organização. Além disso, liderar os colegas é mais importante até mesmo que liderar os subordinados, pois, colegas não devem obediência a você e não farão as coisas na base da obrigação (o que os subordinados às vezes fazem). É preciso cativá-los. É também fundamental liderar para cima, isto é, fazer chamada liderança reversa, "ganhar" o chefe. Sem apoio do chefe, seus projetos não vão a lugar nenhum. Assim, é preciso vendê-los bem para o chefe, convencê-lo a investir tempo, dinheiro, risco emocional e profissional naquilo que você deseja fazer.
Faça uma lista das pessoas fundamentais para o sucesso de seus projetos
• Pergunte-se: Será que estou vendo tais pessoas na perspectiva certa, como parceiros a serem pontualmente liderados nas coisas que desejo fazer?
• Se você ainda não fez um curso de liderança, procure fazer. Sempre se aprende algo útil para a vida em organizações.
• Quais as áreas em que você tem encontrado barreiras? Qual é sua visão das pessoas dessas áreas? Saiba que nessa visão pode estar o problema. Mude a visão, se for o caso.
• Jamais pense que qualquer projeto, por melhor que seja, andará sozinho. Sem liderança, nada vai avante.
Faça uma lista das pessoas fundamentais para o sucesso de seus projetos
• Pergunte-se: Será que estou vendo tais pessoas na perspectiva certa, como parceiros a serem pontualmente liderados nas coisas que desejo fazer?
• Se você ainda não fez um curso de liderança, procure fazer. Sempre se aprende algo útil para a vida em organizações.
• Quais as áreas em que você tem encontrado barreiras? Qual é sua visão das pessoas dessas áreas? Saiba que nessa visão pode estar o problema. Mude a visão, se for o caso.
• Jamais pense que qualquer projeto, por melhor que seja, andará sozinho. Sem liderança, nada vai avante.
Liderança em toda a hierarquia
Só os de cima lideram. Os de baixo seguem e ponto final. Eis uma idéia cada vez mais ultrapassada. "Todos podem liderar em todos os níveis; não há desculpas", diz Michael Useem, diretor do Centro para Liderança e Gerência de Mudanças da Wharton University, um pesquisador. Mesmo o profissional que não têm subordinados pode e deve ser líder, observa a professor Anne Cummings, também da Wharton, porque devem exercer a liderança horizontal ou a liderança para cima, como diz Useem.
Algumas constatações óbvias:
• Se alguém está ocupando um posto tem de mostrar a que vem. Logo, tem de fazer valer as boas práticas recomendadas por aquele posto específico. Assim, no que diz respeito à autoridade e responsabilidade do posto, é fundamental liderar para baixo, para os lados e para cima.
• Se não há liderança para cima, quem perde é a empresa, pois ela acaba virando modelo concebido por gente que, embora no topo, tem visão parcial das questões. Não se pode perder a riqueza da visão da equipe.
• O chefe autoritário que abafa seus funcionários atrapalha a empresa e acaba perdendo também. O melhor jeito de alguém atingir o sucesso é fazendo o certo, venha a idéia de onde vier. Logo, dar força a pessoas dos escalões abaixo, isto é, deixar gente de baixo liderar, é fundamental.
Algumas constatações óbvias:
• Se alguém está ocupando um posto tem de mostrar a que vem. Logo, tem de fazer valer as boas práticas recomendadas por aquele posto específico. Assim, no que diz respeito à autoridade e responsabilidade do posto, é fundamental liderar para baixo, para os lados e para cima.
• Se não há liderança para cima, quem perde é a empresa, pois ela acaba virando modelo concebido por gente que, embora no topo, tem visão parcial das questões. Não se pode perder a riqueza da visão da equipe.
• O chefe autoritário que abafa seus funcionários atrapalha a empresa e acaba perdendo também. O melhor jeito de alguém atingir o sucesso é fazendo o certo, venha a idéia de onde vier. Logo, dar força a pessoas dos escalões abaixo, isto é, deixar gente de baixo liderar, é fundamental.
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